Pandemia: preços dos imóveis baixam em Nova Iorque e Sydney

Pandemia baixam preços dos imóveis em Nova York
Foto: Pods (Nova Iorque, Estados Unidos).

Por conta da pandemia, estão sobrando imóveis em Nova Iorque e Sydney. Além disso, os preços dos aluguéis estão mais baixos após a saída de muitos residentes durante a pandemia do coronavírus para cidades do interior.


Pandemia – sobram imóveis em Nova Iorque

A cidade de Nova Iorque, carinhosamente chamada de Big Apple, é considerada um dos principais centros financeiros do mundo. Contudo, por conta da pandemia, as imobiliárias da cidade norte-americana registraram um aumento de 122% na quantidade de imóveis vagos. Desse modo, atualmente são mais de 13 mil unidades vagas.

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Pandemia gerou recorde de imóveis vagos em Nova Iorque

Um novo relatório mostra que a cidade de Nova Iorque está enfrentando um recorde de vagas em apartamentos. Desse modo, por conta da saída de muitos residentes da cidade durante a pandemia, os preços dos aluguéis estão mais baixos. Até nos bairros onde os aluguéis são mais altos, os valores estão menores do que o habitual.

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Custo de vida reavaliado por conta da pandemia

Com a intenção de combater e diminuir a propagação do coronavírus, a cidade de Nova Iorque promulgou uma série de medidas restritivas. Sendo assim, a primeira delas foi principalmente condicionar a entrada e saída da cidade e a obrigatoriedade de que as empresas adotassem políticas amplas de trabalho em casa.

Desse modo, a mudança no ambiente de trabalho forçou e fez com que muitas pessoas passassem a reavaliar suas condições de vida. Dessa maneira, em muitos casos, a opção foi de deixar a cidade de Nova Iorque e voltar para as casas de família em outras partes do país onde o custo de vida é menor.

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Publicação de Relatórios

O Hartford Courant apontou que mais de 16.000 moradores de Nova Iorque mudaram de residência e hoje vivem em Connecticut. Isso somente durante os primeiros três meses da pandemia, que começou em março. Entretanto, a mudança dos nova-iorquinos também ocorreram para a Califórnia, Flórida, Texas ou mesmo a Carolina do Norte.

Estão sobrando imóveis em Nova Iorque

Essa mudança drástica resultou em um recorde de 13.117 apartamentos vagos em Manhattan somente em julho de 2020. O relatório de Douglas Elliman e Miller Samuel, da Real Estate Appraisers & Consultants, mostrou que o número de imóveis vagos sofreu um aumento de 122% em relação ao ano anterior, que listava 5.912 apartamentos em julho de 2019.

Novos contratos em queda

O relatório apresenta ainda dados que mostram que as assinaturas de novos contratos caíram cerca de 23%. Desse modo, o resultado é uma queda nos preços médios de aluguel, de US$ 3.521 em julho de 2019 para US$ 3.167 em julho de 2020. Além disso, é o maior número de imóveis vagos em Nova Iorque nos últimos 14 anos.

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Pandemia – bairros mais afetados na cidade de Nova Iorque

Nos bairros do Brooklyn e do Queens é onde estão os números mais altos. Desse modo, o Brooklyn tem atualmente 3.639 imóveis vagos enquanto o Northwest Queens tem 648, mas no Queens o aumento é de 69,2% em relação a julho de 2019 e um aumento de 7,5% de junho a julho de 2020.

Proprietários facilitam a vida dos inquilinos durante a pandemia

Os proprietários de imóveis em Nova Iorque estão adotando uma tática para incentivar os novos inquilinos. Sendo assim, muitos estão oferecendo meses grátis no aluguel, geralmente ao final de 12 meses completos, o que leva a uma redução no aluguel líquido. Em média, os proprietários oferecem 1,7 meses grátis, relatou o New York Post.

Muitas dúvidas em relação ao futuro

O mistério agora é tentar saber quantas pessoas voltarão para Nova Iorque depois que a pandemia acabar. Isso porque as mudanças nos formatos dos empregos irão fazer com que haja uma maior dependência do teletrabalho do que de qualquer incentivo que a cidade ou os proprietários podem oferecer.

Grandes empresas como Google e Facebook estão informando aos funcionários que estão explorando a possibilidade de trabalhar em casa após o fim da pandemia. Desse modo, a tendência é aumentar a quantidade de empresas que adotarão este sistema (teletrabalho / home office), o que poderá levar à continuação do êxodo de residentes de Nova Iorque.

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Mercado imobiliário em Sydney (Austrália) em queda

Apartamentos Sydney
Foto: Realestate (Sydney, Austrália)

Outro mercado que está em queda por conta da pandemia é imobiliário de Sydney, na Austrália. Sendo assim, os efeitos da pandemia continuam sendo sentido e, de acordo com uma pesquisa, as taxas de imóveis vagos dispararam na cidade australiana.

Relatório aponta aumento em imóveis vagos em Sydney

De acordo com um relatório publicado com dados coletados pelo REINSW (Real Estate Institute of New South Wales), os imóveis vagos em Sydney aumentaram pelo quinto mês consecutivo e agora estão em 5%.

De acordo com a pesquisa, o impacto da pandemia está começando a se espalhar, com os bairros mais periféricos tendo as maiores quedas. “A verdadeira surpresa este mês vem do anel externo de Sydney, onde as vagas aumentaram drasticamente ” , disse o CEO da REINSW, Tim McKibbin.

Centro da cidade com queda menor

Houve uma ligeira melhora nos número e o êxodo do centro da cidade de Sydney parece ter diminuído estando agora está em 5,3%, meio por cento abaixo em relação ao mês de junho de 2020. Entretando, mesmo com a queda de 0,5%, a taxa de desocupação nos subúrbios de Sydney ainda é 2,8% mais alta do que em março.

“As vagas têm apresentado uma tendência constante de queda desde março, à medida que os inquilinos do centro da cidade abriram mão de propriedades com aluguéis semanais mais altos por opções mais acessíveis nos subúrbios mais distantes. No entanto, julho viu um aumento de 1,7% por cento em apenas um mês ”, afirmou o CEO.

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Amanda Corrêa

Amanda Corrêa é jornalista brasileira e mora no exterior há 6 anos. Possui Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho (Braga, Portugal). Morou na Inglaterra e atualmente reside em Portugal. Atua há 15 anos na área de Jornalismo, produção de conteúdos, mídias sociais. Com seus textos, ajuda brasileiros e estrangeiros a morarem fora do país e realizarem seus sonhos.

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