As 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos

Emprego nos Estados Unidos
Foto: Thrillist

A maior economia do mundo está há 105 meses vendo seus números de emprego crescendo. Saiba mais!

Somente no mês de junho de 2019, de acordo com os analistas do 24/7 Wall Street, foram criados 224 mil novos postos de trabalho nos Estados Unidos. Um número que surpreendeu até os especialistas mais otimistas que previam que seria criados 140 mil novos empregos. A força da economia norte americana é impressionante e o país acumula 105 meses consecutivos de crescimento no emprego, o período mais longo da história dos Estados Unidos.

Para se ter uma ideia, nos últimos cinco anos o emprego nos Estados Unidos subiu 7,3% e foi impulsionado, em sua maioria, pela contratação em massa em setores como o comércio, transporte e serviços públicos. A taxa de desemprego caiu de 6,1% em maio de 2014 para 3,4% em maio de 2019, uma baixa que não era vista desde a década de 1960.

Ainda segundo o 24/7 Wall Street, o crescimento do emprego nos Estados Unidos não é uniforme e não pode ser considerado nacional, pois em algumas cidades a disponibilidade nas vagas de emprego foi o dobro e até triplicou em relação ao ritmo nacional.

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O 24/7 Wall Street revisou as mudanças que aconteceram em relação ao emprego nos últimos cinco anos nos Estados Unidos e, com isso, conseguiu identificar quais são as cidades americanas que mais empregam no país.

Confira a alista com as 20de cinco anos no emprego – o número de pessoas trabalhando – no nível da área metropolitana para identificar as 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos.





As 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos

Veja abaixo a lista com as 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos e confira todos os números:

20ª – Bellingham (Washington)

Em Bellingham, uma cidade do estado de Washington, nos últimos cinco anos a quantidade de pessoas trabalhando na área metropolitana aumentou 16,9%. Isso é mais do que o dobro da média nacional no mesmo período que foi de 7,3% e o crescimento se deu por conta do setor público.

Nos últimos cinco anos, quase 2 mil pessoas foram contratadas pelo governo, porém o setor industrial também criou 1.500 novos postos de trabalho na cidade. Veja alguns dados compilados da cidade de Bellingham:livro morar fora claudio abdo

  • Aumento do emprego em 5 anos: 16,9% (+15.858 vagas)
  • Setor que mais contratou: governo (+1.900 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 4,7%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 61.186

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19ª – Naples-Immokalee-Marco Island (Flórida)

A cidade de Naples, na Flórida, e sua área metropolitana (Immokalee e Marco Island) foi uma das cidades que mais cresceram nos Estados Unidos. Nos últimos cinco anos a quantidade de pessoas que vivem na cidade aumentou 11,6%, mais que o triplo do crescimento da população nacional que foi de 3,5% no mesmo período.

Para conseguir acomodar os novos moradores, o setor de serviços de educação e saúde da cidade foram responsáveis por 4.300 vagas. Já o comércio, transporte e serviços públicos criaram 3.400 vagas. Porém, o setor da economia que mais cresce na região é o do turismo (lazer e hospedagem) e criou 4.800 novos empregos líquidos. A soma total de criação de novos empregos em todos os setores foi de 26.000 em cinco anos.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 17,2% (+25,885 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: Lazer e hospedagem (+4.800 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,8%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 66.048

18ª – Idaho Falls (Idaho)

O estado americano do Idaho é um dos que mais cresce no país e Idaho Falls é uma das 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos. Nos últimos cinco anos, a quantidade de pessoas que moram na região metropolitana aumentou em 12.000, um acréscimo de 8,8%.

O rápido crescimento do emprego em Idaho Falls fez com que a cidade tivesse uma das mais baixas taxas de desemprego do país. Para se ter uma ideia, apenas 2% dos trabalhadores na área metropolitana estão desempregados, abaixo dos 4,0% há uma década e bem abaixo da taxa de desemprego nacional que é de 3,4%.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 17,3% (+10.481 vagas)
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e de negócios (+2,900 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 54.515

17ª – Charlotte-Concord-Gastonia (Carolina do Norte)

A única área metropolitana do estado da Carolina do Norte que aparece na lista é a de Charlotte-Concord-Gastonia. Nos últimos cinco anos, a região metropolitana gerou quase 197 mil empregos nos Estados Unidos, um aumento de 17,4%. Serviços profissionais e de negócios adicionaram somaram 36.800 empregos desde 2014, mais do que qualquer outra indústria no mesmo período.

Empregos no setor de serviços profissionais e empresariais muitas vezes exigem uma educação universitária, por isso na cidade de Charlotte existem muitas pessoas com curso superior e isso faz com que ela seja uma das mais bem educadas de todos os Estados Unidos. De todos os adultos da área metropolitana, 35,5% possuem diploma de bacharelado ou de ensino superior.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 17,4% (+196.663 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e de negócios (+36.800 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 3,7%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 61.156

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16ª – Austin-Round Rock (Texas)

Os 42.200 novos empregos no setor de serviços profissionais e de negócios fizeram a taxa de emprego total aumentar 18% na área metropolitana de Austin-Round Rock nos últimos cinco anos.

As empresas que mais contratam nos Estados Unidos são as gigantes da tecnologia Apple, IBM, Amazon e Dell, assim como a Universidade do Texas em Austin. A exigência de profissionais com ensino superior faz com que quase 45% dos adultos da cidade possuam graduação.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 18,0% (+180.965 postos de trabalho
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e de negócios (+42.200 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,2%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 73.800

15ª – Kennewick-Richland (Washington)

Na área metropolitana de Kennewick-Richland, 21.431 pessoas trabalham a mais do que há cinco anos. É o maior aumento líquido de qualquer uma das quatro áreas metropolitanas do estado de Washington que aparecem na lista das 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos.

O crescimento populacional acelerado nos últimos anos impulsionou a demanda por serviços públicos, o que explica parcialmente o aumento do emprego nos serviços de educação e saúde. O setor acrescentou mais empregos do que qualquer outro setor desde 2014.

Apesar do aumento quase nacional de emprego nos Estados Unidos, o desemprego é um problema maior em Kennewick-Richland do que em todo o país, em média. Em maio a taxa de desemprego na cidade foi de 5,1%, bem acima da taxa de desemprego nacional comparável de 3,4%.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 18,3% (+21.431 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: Educação e serviços de saúde (+3.300 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 5,1%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 63.617

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14ª – Fayetteville-Springdale-Rogers (Arkansas)

Fayetteville-Springdale-Rogers é a única região metropolitana do estado do Arkansas que aparece na lista. O emprego aumentou em 18,4% nos últimos cinco anos, graças em parte ao rápido crescimento do emprego no setor de serviços profissionais e empresariais, bem como no governo.

O comércio, transportes e serviços públicos geraram 7.400 novas vagas desde 2014. Embora o tamanho da força de trabalho na área também tenha crescido rapidamente nesse período, o número de empregos cresceu ainda mais rápido e o desemprego diminuiu. A taxa de desemprego na região metropolitana caiu de 4,6% em maio de 2014 para 2,3% em maio de 2019, uma queda de 2,3 pontos percentuais.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 18,4% (+42.625 empregos)
  • Setor que mais contratou: comércio, transporte e serviços públicos (+7.400 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,3%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 56.038

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13ª – Olympia-Tumwater (Washington)

O estado de Washington é que mais tem cidade na lista e em Olympia-Tumwater o emprego aumentou 18,5% nos últimos cinco anos e esteve entre as 50 que mais cresceram em todo o país. O crescimento populacional foi de 9,4% entre meados de 2013 e meados de 2018.

Crescimento populacional resulta em uma demanda crescente por serviços públicos e nos últimos cinco anos, os setores que mais cresceram na cidade foram educação e saúde e governo, que adicionaram 3.500 e 3.400 novos empregos líquidos, respectivamente.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 18,5% (+21.139 vagas)
  • Setor que mais contratou: Educação e serviços de saúde (+3.500 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 4,7%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 71.765

12ª – Wenatchee (Washington)

O emprego aumentou 19,3% em Wenatchee nos últimos cinco anos e foi um crescimento mais rápido do que nas outras cidades do estado de Washington. Desde maio de 2014, nenhum setor registrou declínio líquido nos empregos nos Estados Unidos e os setores de lazer e hospedagem e educação e serviços de saúde relataram um aumento líquido no emprego de mais de 1.000.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,3% (+10.190 empregos)
  • Setor que mais contratou: Lazer e hospedagem (+1.800 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 4,9%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 58.990

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11ª – Greeley (Colorado)

Greeley é uma das duas cidades do estado do Colorado a aparecerem na lista. O emprego cresceu 19,4% nos últimos cinco anos, mais que o dobro da taxa de crescimento do emprego nacional de 7,3% no mesmo período. O resultado é que a cidade tem uma das mais baixas taxas de desemprego de qualquer cidade.

Atualmente apenas 2,2% da força de trabalho em Greeley está desempregada. Comércio, transporte e serviços públicos criaram 2.500 empregos, mais do que qualquer outra indústria. O governo adicionou mais de 2.000 empregos também nos últimos cinco anos.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,4% (+26.871 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: comércio, transporte e serviços públicos (+2.500 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,2%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 68.884

10ª – Gainesville (Geórgia)

Em cinco anos, chegaram em Gainesville 16.411 pessoas para trabalhar nos Estados Unidos. O aumento no emprego foi de 19,4%, o mais alto do estado da Geórgia nesse período e o 10º nos Estados Unidos. Os setores de comércio, transporte e serviços públicos criaram mais de 2.000 novos empregos na cidade, e o comércio varejista acrescentou mais de 1.000.

Como outras cidades nesta lista, Gainesville está crescendo rapidamente. Entre 2013 e 2018, a população da área metropolitana cresceu 8,4%, mais que o dobro do crescimento da população nacional de 3,5%.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,4% (+16.411 vagas)
  • Setor que mais contratou: comércio, transporte e serviços públicos (+2.200 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,8%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 61.977

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9ª – Fort Collins (Colorado)

O emprego em Fort Collins, estado do Colorado, aumentou 19,6% nos últimos cinco anos. O rápido crescimento do emprego levou a uma das mais baixas taxas de desemprego dos Estados Unidos e apenas 2% da força de trabalho em Fort Collins está desempregada, bem abaixo da taxa de desemprego nacional de 3,4%.

Em Fort Collins, 47,9% dos adultos têm diploma de ensino superior e isso representa uma das mais altas taxas do país.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,6% (+33.350 empregos)
  • Setor que mais contratou: Governo (+5.500 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 69.102

8ª – Phoenix-Mesa-Scottsdale (Arizona)

Phoenix tem uma das maiores áreas metropolitanas dos Estados Unidos e nos últimos cinco anos, a área metropolitana da cidade (Phoenix-Mesa-Scottsdale) gerou cerca de 389.000 postos de trabalho, mais do que qualquer outra área metropolitana nesta lista. O setor dos serviços de educação e saúde foi responsável pela maior parte do crescimento.

Apesar do aumento de quase 20% no emprego total, o desemprego ainda é relativamente alto em Phoenix. Com uma taxa de desemprego de 4%, ela é mais alta do que a média nacional (3,4%).

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,7% (+388.901 vagas)
  • Setor que mais contratou: educação e serviços de saúde (+69.600 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 4%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 61.506

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7ª – Boise City (Idaho)

O emprego nos Estados Unidos aumentou 19,9% em Boise City, Idaho nos últimos cinco anos e por isso ela é uma das 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos. O crescimento do emprego na área metropolitana foi impulsionado em parte por um “boom” populacional.

Entre 2013 e 2018, o número de pessoas que vivem na região metropolitana aumentou em mais de 81.000, ou 12,5%, mais que o triplo do crescimento da população nacional americana que foi de 3,5% no mesmo período.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 19,9% (+60.126 empregos)
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e empresariais (+9.700 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,3%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 55.324

6ª – Lake Charles (Louisiana)

Lake Charles é a única cidade do estado da Louisiana a aparecer na lista e nos últimos cinco anos o emprego aumentou 20%. O setor de construção gerou 10.400 novos empregos desde maio de 2014, mais da metade do crescimento total do emprego.

O crescimento do emprego na cidade ajudou para uma queda de 2,3 pontos percentuais no desemprego – de 5,6% em maio de 2014 para 3,3% em maio de 2019.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 20% (+18.274 vagas)
  • Setor que mais contratou: Construção (+10.400 postos de trabalho)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 3,3%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 52.314

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5ª – Provo-Orem (Utah)

Desde maio de 2014 o emprego na região metropolitana de Provo-Orem cresceu 20,6%. É o segundo maior crescimento de emprego em Utah e o quinto mais alto em todo os Estados Unidos. Contabilizando aproximadamente 11.500 novos empregos, o setor de serviços profissionais e empresariais foram os que mais criaram empregos na cidade.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 20,6% (+51.042 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e de negócios (+11.500 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,5%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 70.196

4ª – Nashville-Davidson-Murfreesboro-Franklin (Tennessee)

A região metropolitana de Nashville, incluindo as cidades de Davidson, Murfreesboro e Franklin, é uma das poucas regiões metropolitanas que registraram um crescimento de emprego de 20% ou mais nos últimos cinco anos. Atualmente, são 194.000 pessoas a mais trabalhando na área de Nashville do que em 2014.

O crescimento do emprego foi impulsionado em parte pelo crescimento populacional, já que o número de pessoas que moram na região metropolitana aumentou 9,8% entre meados de 2013 e meados de 2018. Conhecida por “Music City” (cidade da música) por seu papel central na história da música americana, Nashville tem uma indústria de turismo em expansão.

Apenas o setor de lazer e hospedagem foi responsável por criar 27.100 empregos nos últimos cinco anos. A indústria que mais cresce, no entanto, foi a de serviços profissionais e de negócios, que geraram cerca de 34.200 novos empregos desde 2014.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 22,4% (+193.594 empregos)
  • Setor que mais contratou: serviços profissionais e de negócios (+34.200 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,4%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 63.939

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3ª – Reno (Nevada)

Em Reno, estado de Nevada, foi onde a população mais cresceu nos Estados Unidos. Nos últimos cinco anos, a força de trabalho da área metropolitana cresceu 18,1% e o crescimento do emprego manteve o ritmo. O emprego total subiu 23,9% em Reno entre maio de 2014 e maio de 2019, mais do que o triplo do crescimento do emprego nacional de 7,3% ao longo desse período.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 23,9% (+49.382 empregos)
  • Setor que mais contratou: indústria (+13.800 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 3%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 61.360

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2ª – Bend-Redmond (Oregon)

Em cinco anos o aumento na quantidade de pessoas trabalhando na região metropolitana de Bend, incluindo Redmond, foi de 18.500.

O crescimento do emprego nos Estados Unidos próximo à liderança nacional foi impulsionado em grande parte pelos setores do comércio, transporte e serviços públicos, que criaram 3.200 empregos entre maio de 2014 e maio de 2019.

O forte mercado de trabalho provavelmente ajuda a explicar a relativa prosperidade da região metropolitana. A taxa de pobreza de 9,4% em Bend-Redmond está bem abaixo da taxa de pobreza nacional que é de 13,4%.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 24,9% (+18.542 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: comércio, transporte e serviços públicos (+3.200 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 3,3%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 66.273

1ª – St. George (Utah)

O emprego total cresceu a um ritmo impressionante de 25,7% na área metropolitana de St. George, Utah, nos últimos cinco anos. Existem atualmente mais de 74.000 americanos trabalhando na área metropolitana, em comparação aos 59 mil de 2014.

Embora o tamanho da força de trabalho da área metropolitana também tenha crescido 24,2% no mesmo período, o crescimento do emprego mais do que acompanhou a demanda e a taxa de desemprego na cidade caiu para 2,9% em maio, de 4% em 2014.

Nos últimos cinco anos, os setores do comércio, transporte e serviços públicos foram responsáveis pelo maior crescimento de empregos. Dos mais de 15 mil novos empregos na cidade, 3.900 estavam no comércio, transporte e serviços públicos.

  • Aumento do emprego em 5 anos: 25,7% (+15.163 postos de trabalho)
  • Setor que mais contratou: comércio, transporte e serviços públicos (+ 3.900 empregos)
  • Taxa de desemprego (maio/2019): 2,9%
  • Renda anual média domiciliar: US$ 54,842

Metodologia da pesquisa para identificar as 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos

Para que o 24/7 Wall Street tenha conseguido identificar as 20 cidades que mais contratam nos Estados Unidos, a empresa revisou a variação percentual no emprego total nos últimos cinco anos (entre maio de 2014 e maio de 2019) nas áreas metropolitanas dos Estados Unidos.

A quantidade de pessoas empregadas, a força de trabalho (quem trabalha ou procuram trabalho) e o número de trabalhadores desempregados são todos do Bureau of Labor Statistics (Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos). A taxa de desemprego também é da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos e é de maio de 2019.

Os dados do emprego da indústria no nível setorial também são da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas dos Estados Unidos (BLS). Já a variação da população de cinco anos (calculada entre 2012 e 2017) foi feita com dados do American Community Survey, órgão do US Census Bureau. A renda familiar média para 2017 e também do American Community Survey.

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Amanda Corrêa

Amanda Corrêa é jornalista, brasileira, e mora no exterior há 5 anos. Possui Mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade do Minho (Braga, Portugal). Morou 4 anos e meio em Portugal e atualmente está passando uma temporada na Inglaterra. Atua há 14 anos na área de Jornalismo, produção de contéudos e mídias sociais.

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